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sábado, 5 de junho de 2010

Feliz Aniversário Morada de Vênus

É verdade, este mês o blog completa 1 aninho!

De antemão, já peço desculpas por tão poucas postagens nas últimas semanas, mas há um motivo: estou grávida e com muitos enjôos ... meu raciocínio está bem prejudicado. Não consigo me concentrar direito para escrever novos textos. Mas enfim, já estou com 13 semanas e diz a lenda que os enjôos melhoram após o 3o. mês, então tenho que começar a me mexer! Prometo, desta maneira, muitíssimas novas postagens interessantes sobre artes, música e viagens.

Mãe e Filho - William Adolphe Bouguereau
Comemoro este aniversário relembrando um dos momentos mais legais para mim no blog, que foram as postagens relativas à minha lua de mel na França, em setembro de 2009. Se tiver curiosidade, visite o marcador " viagem à França", com postagens sobre Paris, Mont Saint Michel e Provence/Côte d´Azur. Convido-os também para visitar o blog Persa Brasileiro na Provence http://persabrasileironaprovence.blogspot.com/2010/05/luz-inspiradora-da-provence-e-os.html, onde a proprietária Anatê publica assuntos relativos a esta charmosa região da França, e muito simpaticamente está publicando posts com os textos que escrevi sobre a região.

foto: Saint-Remy de Provence

sábado, 31 de outubro de 2009

TGV - Train à grande vitesse


O mês de outubro está chegando ao fim, então encerrarei hoje a série de posts em que me dediquei a falar sobre a França, lindo país que tive a oportunidade de conhecer.

Finalizo a série falando sobre os TGVs, os trens de alta velocidade franceses, que são um motivo de orgulho para aquele país, sendo o trem bala mais famoso da Europa. O TGV viaja em linhas especiais conhecidas como LGV (ligne à grande vitesse = "linha de alta velocidade"), permitindo velocidades de 320 km/h em operação normal, para cerca de 200 destinos na França e no estrangeiro. Dentro da França você encontra linhas para praticamente todas as regiões, o que faz o TGV ser muito competitivo, inclusive com o transporte aéreo. Uma das linhas mais utilizadas é Paris - Bruxelas (na Bélgica), que dura apenas 90 minutos e é muito mais barata que a viagem aérea. Em nossa viagem pela França, utilizamos o TGV em dois momentos. Fomos de Paris a Rennes (região noroeste), que distam 308km, em 2 horas. De Rennes (noroeste) a Avignon (sudeste), são 680 km feitos em 5h30min. Os trens oferecem vagões de 1a. e 2a. classe, ambas confortáveis, e um vagão restaurante. Ótima pedida para quem quer evitar de se estressar nas estradas ou nos aeroportos. As estações são muito bem conectadas com as redes municipais de metrô e ônibus, e com serviçoes de aluguel de carros nas cidades maiores. O custo dos bilhetes é bastante acessível, um exemplo foi esta viagem de 680km, que custou 45euros (uns 135reais) na 1a. classe. No Brasil, uma viagem de Porto Alegre/RS a Florianópolis/SC de ônibus é R$80,00, são 480km em 7 horas de viagem em uma estrada perigosa; de avião, a duração cai para 45minutos mas o valor da passagem passa de RS200,00. Sem falar na praticidade da compra de bilhetes, que pode ser feita pela internet no site da SNCF (Société Nationale des Chemins de Fer Français) http://www.voyages-sncf.com/, a empresa pública de transporte ferroviário francês.

Quando estive lá fiquei muito admirada pela organização deste sistema de trens, e pensei como as viagens aqui no Brasil seriam muito mais tranquilas se tivéssemos um sistema igual. Poderíamos conhecer melhor o nosso país a um custo bem menor e com muito mais segurança. Mas não adianta né? Infelizmente não há interesse no Brasil por este tipo de transporte, que é dominado pelo sistema rodoviário.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Artistas na Provence

Apesar de já ser encantada pela região francesa da Provence há muito tempo, foi só indo para lá que eu pude sentir e entender a " atmosfera" local, e o porquê da região ter atraído tantos pintores famosos. Todos atraídos por um brilho especial, pelas cores vívidas que esta região possui, por uma fonte de inspiração inesgotável. Eu diria que não apenas a beleza local é inspiradora, mas também a atmosfera, tem algo no ar... o estilo de viver lá é perfeito para um artista, para quem queira liberar a sua criatividade sem ter a interferência das atribulações comuns dos nossos dias.
Descreverei brevemente a relação de alguns pintores famosos com a Provence, e o que você deve visitar lá se for fã destes artistas.

Vincent van Gogh

Van Gogh procurou a Provence devido aos seus dias ensolarados (são mais de 300 dias de sol por ano) chegando em Arles, no Sul de França, no dia 21 de fevereiro de 1888, onde esperava fundar uma colônia de artistas. A idéia acabou não prosperando, pois acabou se desentendendo com o único artista que abraçou inicialmente o projeto, Gauguin, no famoso episódio em que ele corta a própria orelha e acaba sendo internado no hospício Saint Paul de Mausole, em Saint Remy, a cerca de 13km de Arles.

A fase em Saint Remy foi muito produtiva, inspirado pelos arredores do hospital, cheios de oliveiras e ciprestes. Apesar do pouco tempo em que morou na região, foi nestas duas cidades que pintou algumas de suas mais famosas obras, como Café de Nuit (em Arles) e Nuit Etoilée (em Saint Remy). Em Arles, você pode visitar o Café Van Gogh, que é o café que originalmente inspirou a pintura Café de Nuit, e em Saint Remy, o asilo Saint Paul de Mausole, onde, além de encontrar várias informações interessantes sobre a história dos tratamentos psiquiátricos, você pode visitar uma réplica do quarto que Van Gogh ocupou lá e identificar na natureza local vários componentes que o inspiraram, como as oliveiras e os jardins de írises.
Henry MatisseMatisse, um dos ícones da arte moderna juntamente com Picasso, também foi atraído pelo sol da Provence, estabelecendo-se em Nice em 1916. Apaixonado pelo colorido local, paixão que se reproduzia na sua pintura, muito rica em cores. Morou lá até a sua morte, em 1954, aos 85 anos, de forma que deixou muitos de seus trabalhos pela cidade. Você poderá encontrar muitas de suas obras no Museu Matisse http://www.musee-matisse-nice.org/ , que fica no localidade montanhosa de Cimiez, em Nice.
Pablo Picasso

Um dos pintores mais conhecidos de todos os tempos, que também se dedicou à escultura e à cerâmica. Em 1946,terminada a 2a. guerra mundial, ele morou por 2 anos em Antibes, e de 1948 a 1955 ele morou em Vallauris (7km de Antibes), onde criou cerca de 4000 peças em cerâmica.

No Museu Picasso em Antibes , você encontrará diversas obras que foram doadas por ele no período em que morou lá, além de visitar um lugar magnífico (o museu está localizado em um castelo, o Chateau Grimaldi) com uma vista linda para o mediterrâneo. Em Vallauris, pode-se visitar o Musée National de Picasso http://www.musee-picasso-vallauris.fr/ e o Musée de la Céramique.


Paul Signac


Pintor que foi, junto com Seurat, o principal líder do movimento Pontilhismo. Era amante de barcos, tendo possuído ao longo da vida cerca de 30 deles, o que lhe ajudou a viajar muito atrás das diferentes tonalidades de cada região. Foi muito atraído pelas cores da Provence, realizando coloridas telas inspiradas no Palais des Papes em Avignon, no portos de Saint Tropez e Marseille, e no fort Carré em Antibes. Você pode encontrar obras suas no Musée de l´Annonciade http://www.saint-tropez.tv/html/annonciade.html, em Saint Tropez, cidade onde morou.

Paul Cezanne
Nasceu, viveu e morreu na região, em Aix-en-Provence, e foi considerado como a " ponte" para a arte moderna, pois sua arte pós-impressinista serviu de elo entre o impressionismo e o cubismo. Era estudante de direito, mas a sua verdadeira paixão era pintar as paisagens nos arredores de Aix. Os fãs podem visitar o ateliê do artista, que encontra-se do jeito que estava quando ele morreu, em 1906.

Jean Honoré Fragonard
A arte na Provence não se restringe apenas aos impressionistas e aos precursores da arte moderna. Na idade média já eram famosas as escolas de arte em Avignon e Nice. Em Grasse, cidade próxima a Nice, nasceu o artista Jean Honoré Fragonard, importante pintor do estilo rococó no século XVIII. Você encontrará obras dele no Museu Villa Jean Honoré Fragonard, em Grasse. Também em Grasse você pode aproveitar e vistar o Museu do Perfume e Perfumeria Fragonard, cujo nome foi em homenagem ao artista.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Lua de mel na França: top 10 das experiências imperdíveis

Sei que pode parecer manjado para alguns, mas passar a lua de mel na França é um verdadeiro conto de fadas. A nossa foi um presente de casamento, dos nossos queridos convidados . Pesquisei muito e montei a viagem praticamente sozinha, para depois organizar um site com a listagem dos presentes (passeios, hospedagens, compras) a serem escolhidos pelos convidados. Todos acharam ótima a idéia, de poder visualizar através de fotos os passeios que estavam nos presenteando. E realmente é uma ótima sugestão para aqueles casais que já estão juntos há mais tempo e já tem sua casa montada, onde uma lista de noivas tradicional não teria espaço.
Optamos por ficar apenas na França, pois tinha me formado em francês e queria praticar a língua. E acabei achando melhor mesmo mergulhar naquele país, ao invés de escolher apenas capitais européias como destino, afinal, a França não se resume a Paris, longe disto.
E pesquisei muito. Comecei comprando livros de turismo (tais como os do Eyewitness Travel e Frommer´s Day by Day) e estudando os locais para ver o que mais me interessava, para estipular um roteiro. Não queríamos fazer nada corrido; nossa intenção era visitar os locais com calma. Para isso é necessário estudo, e nos livros você encontra mais ou menos em quantos minutos você consegue visitar uma atração. Depois de decidido o roteiro, aí foi a hora de pesquisar hotéis. Gostei de usar o site http://www.venere.com/, ali eu tinha uma breve noção das caracterísitcas básicas dos mesmos, para depois selecionar alguns (de acordo com valor, localização, presença de ar condicionado, garagem, café da manhã, etc) e entrar no site próprio do hotel, nos quais também já excluía alguns. Por fim, selecionados aqueles que eu mais tinha gostado, eu olhava a opinião de viajantes sobre eles no site http://www.tripadvisor.com/, o que me ajudou muito ... acho isso indispensável para quem está viajando sozinho. Às vezes o site do hotel é legal e as fotos estão bem bonitas, mas quando você pesquisa sobre ele no tripadvisor, há várias pessoas reclamando de cheiro de cigarro ou pulgas na cama por exemplo, o que te livra de uma roubada.
Depois de feita a seleção dos hotéis, pode-se fazer o booking on line (depende do site) ou via email. Outra coisa que você pode fazer pela internet é a compra de bilhetes do trem rápido (TGV), se você for viajar pelo interior da França, e é muito fácil e te poupa tempo. Entre no site http://www.sncf.com/.
Enfim, essas são apenas algumas dicas básicas, apenas para concluir que estudando bastante você consegue se virar perfeitamente sozinho e tudo sairá como planejado. Afinal, lua de mel em excursão não é lá muito interessante...
Nos últimos posts, descrevi algumas experiências desta viagem, dê uma olhada se tiver interesse em se aprofundar mais no assunto. Neste post, decidi fazer uma seleção dos 10 momentos imperdíveis desta viagem, que iniciou em Paris, passando por Mont Saint Michel e terminando na Provence -Côte d´Azur. São coisas que certamente faria de novo se voltar lá um dia.

1 - Passeio de bateau mouche pelo Sena em Paris, no pôr-do-sol;

2 - Piquenique no Champ de Mars aos pés da torre Eiffel ao entardecer, brindando com um bom vinho, naquela atmosfera alegre de gente feliz ao seu redor, vibrando quando a torre pisca suas luzes a cada hora cheia;
3 - Passeio no Montmartre em Paris, admirando a beleza do bairro, sua boemia, seus artistas de rua, sua basílica maravilhosa; ver Paris lá de cima e jantar por lá;
4 - Visita à Chartres com sua magnífica catedral gótica e seu charmoso centrinho
5 - Visita ao Mont Saint Michel, passeando pelas rampas externas, assitindo uma missa na Abadia e dormindo por lá ;


6 - Jantar no Guinguette du Vieux Moulin a beira do Rio Rhone em Avignon, restaurante muito astral, se quiser visite o site: ;
7 - Passeio em Les Baux de Provence e Saint Remy, na primavera ou verão admirando os campos de lavanda e girassóis; no outono, os vinhedos com suas parreiras carregadas de uvas... entrando no " clima" da Provence;

8 - Passeio no charmoso porto de Cassis, se banhando nas suas lindas praias e tomando um barco para visitar as Calanques (falésias) de Marseille;

9 - Passeio em Saint Paul de Vence, admirando os diversos ateliês de arte espalhados pela citadela.














10 - Passeio de carro na Moyenne Corniche, estrada que interliga Monaco, La Turbie e Èze, de onde você tem uma vista inacreditável sobre o mediterrâneo - só não pode ter medo de altura!

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

As igrejas da França

Visitar as igrejas na França, assim como em outros países na Europa, é imprescindível num roteiro de viagem. Embora seja a França um país laico, seu estado passou séculos de sua história numa relação estreita com a Igreja católica, desde que o cristianismo ali se estabeleceu durante os séculos II e III. Por isso a quantidade de igrejas é muito grande, e elas são muito, muito belas, independentemente do estilo arquitetônico. Sabe-se que os franceses atualmente não são lá muito religiosos, e que 1/3 da população se declara ateu. Mesmo assim, as igrejas são muito frequentadas, tivemos a oportunidade inclusive de assistir uma missa cantada em Cannes, que estava lotada.

















A igreja mais bela que visitamos foi a Catedral de Chartres, que você pode visitar pegando um trem a 1 hora de Paris. A sua construção, que marcou o auge da arte gótica na França, iniciou no século XII, e até hoje mantém-se em excelente estado de conservação. O edifício conta com mais de 150 janelas medievais com vitrais, a maioria delas do século XIII, que proporcionam um magnífico efeito luminoso ao interior do templo, e contam histórias bíblicas. Esses lindos vitrais, que foram retirados um por um durante as duas grandes guerras, merecem ser olhados de perto por um binóculo, e foi o que fizemos. A igreja, além de todo esplendor de sua fachada e de seu amplo interior, possui, como outras igrejas, símbolos místicos, como um enorme labirinto desenhado na entrada da mesma. O passeio à catedral também vale muito à pena para dar um giro na cidadezinha, que é uma graça, cheia de casinhas típicas, com bons restaurantes e lojinhas. Foi uma das primeiras experiências na viagem, então ficamos maravilhados com o local.









Paris tem inúmeras igrejas. Mas o movimento de turistas já é bem maior, fica mais difícil de contemplar. Gostei muito da basílica de Sacre Couer, pela sua localização (com uma vista magnífica sobre a cidade) e pelo seu interior, que é muito glorioso.

No Mont Saint Michel tivemos uma experiência religiosa bem interessante, que descrevi no post sobre o Mont.



Na região da Provence, em cada cidadezinha que íamos, gostávamos de entrar na igreja, observar sua arquitetura, suas esculturas e obras de arte, seus símbolos ocultos; gostávamos de contemplar, de chegar ali e deixar uma vela acesa, agradecendo tudo de bom que passamos e pedindo por graças. Em Biot, uma cidade minúscula em cima de um monte, a localização da igreja é bem esquisita, no fim de uma rua, onde em volta habitaram os cavaleiros templários. Muito interessante também as igrejas em Les Baux e Grasse, onde me senti como na idade média.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Sentindo-se como na Idade Média, no Mont Saint Michel


















O Mont Saint Michel, uma ilha situada entre as regiões francesas da Bretanha e Normandia, é um lugar mágico de verdade. Nesta ilhazinha foi construído um mosteiro, santuário em homenagem ao arcanjo São Miguel, fortificado no século XIII.










Para chegar lá, pegamos um TGV (trem-bala) de Paris à Rennes, cuja viagem durou 2 horas, e de Rennes tomamos um ônibus que em 1 hora nos deixou no portão de entrada do Mont. Quando estávamos chegando e visualizando o monte de longe, bateu a emoção, parecia uma miragem.
Optamos por nos hopedar num hotel dentro do Mont, onde passamos apenas uma noite. Segui dicas que encontrei na internet, de ficar por lá, pois após as 18h, as excursões de turismo vão embora, e você fica com o Mont quase exclusivo para você, o que é verdade, pois durante o dia a quantidade de turistas é muito grande. Tivemos só um pouco de dificuldade com as malas, para chegar até o hotel pela Grand Rue, que é uma lomba estreita, de pedra, cheia de turistas. Mas e daí, né?As casinhas desta pequena cidade fortificada são uma graça, pequeninas, de pedra com estruturas de madeira. Nesta rua principal que citei, há várias lojinhas com artesanato local. Lindo também é subir o Mont pelas rampas laterais. Ali também há lojinhas e terraços de restaurantes, mas o que impressiona é a vista. Enquanto sobe, olhando para cima à sua esquerda estão os ápices da abadia que você não se cansa de fotografar; à sua direita e para baixo, aquela baía imensa de areia movediça que em tempos de maré alta fica tomada pelo mar. Enquanto caminha, vem aquele vento, que é forte mas é gostoso; é aquela brisa que quem mora perto do mar conhece, mas parece ter um algo a mais, parece mesmo carregar uma história no seu ruído, no seu tato. É uma sensação muito agradável estar ali.

Para visitar a abadia, você tem que comprar um ingresso. Aí você sobe uma escadaria mais alta ainda e chega a um outro terraço, onde está a entrada da igreja. Este terraço também fornece vistas magníficas da baía. A igreja também é muito bonita no seu interior. Tivemos a oportunidade de assitir uma missa cantada , o que foi também uma experiênciaa surreal, como se estivesse viajando no tempo. A celebração que assistimos eram as vêpres, ou vésperas em português, celebradas ao fim do dia, que compreendem uma das liturgias das horas (também chamada Obra/Ofício Divino). Trata-se de uma oração pública e comunitária oficial da Igreja Católica, significando o momento de parar em meio a toda a agitação da vida e recordar que a Obra é de Deus.



Depois da missa, saímos do Mont e fomos caminhar pela baía, esperando o pôr-do-sol, que foi divino. À noite, depois do jantar, voltamos lá para observar o Mont todo iluminado, novamente espetacular.

Só não tenho como descrever aqui a experiência com a mudança abrupta das marés, fenômeno que ocorre por lá de acordo com o calendário lunar. No dia em que ficamos lá, não havia diferença entre a maré alta e a baixa. Se você for viajar para lá, pode olhar no site do Mont http://www.ot-montsaintmichel.com/accueil_gb.htm e ali tem bem direitinho os dias em que a maré sobe. Pelo jeito tenho que voltar lá ...