Goin' Where The Wind Blows
Indo Para Onde o Vento Sopra
Someone said life is for the takin', here I am with my hand out,waitin' for a ride.
Alguém disse que a vida é para ser vivida. aqui estou eu com minha mão para fora
Esperando por uma carona
I've been livin' on my great expectations, what good is it when I'm stranded here,
Eu estive vivendo nas minhas grandes expectativas, de que adianta isso, quando estou abandonado aqui
And the world just passes by?
E o mundo simplesmente passa?
Where are the signs, to help me get out of this place?
Onde estão as placas para me ajudar a sair desse lugar?
If I should stumble on my moment in time, how will I know?
Se eu tropeçar no meu momento no tempo, como eu saberei?
If the story's written on my face, does it show?
Se a estória estiver escrita na minha cara, ela aparece?
Am I strong enough to walk on water, smart enough to come in out of the rain?
Eu sou forte o bastante para andar sobre a água, esperto o bastante para sair da chuva?
Or am I a fool goin' where the wind blows?
Ou eu sou um tolo? indo para onde o vento sopra
Here I sit halfway to somewhere, thinking 'bout what's in front of me, and what I left behind.
Aqui eu sento, na metade do caminho para algum lugar, pensando no que está na minha frente e o que eu deixei para trás
On my own supposed to be so easy, is this what I've been after, or have I lost my mind?
Ficar sozinho deveria ser tão fácil, eu estive atrás disso? Ou eu perdi a cabeça?
Maybe this is my chance, and it's coming to take me away, yeah...
Talvez essa seja a minha chance, e ela está vindo para me levar embora
Refrão
Here I am, walking naked through the world,
Aqui estou eu, andando nu pelo mundo
Taking up space, society's child,
Ocupando espaço, o filho da sociedade
Make room for me, make room for me, make room for me!
Abra espaço para mim, abra espaço para mim, abra espaço para mim!
domingo, 10 de outubro de 2010
Eric Martin completa 50 anos
domingo, 11 de julho de 2010
Baladas do Rock - Richie Sambora
Hoje, 11 de julho, o guitarrista do Bon Jovi está de aniversário, fazendo 51 anos. Por isso, seguindo a série de baladas do rock, vou deixar duas dele para homenageá-lo.
In it for love
Life is a road forever winding where it leads us I dont´knowA vida é uma estrada que nos leva sempre, para onde eu não sei
in it together for better or worse searching for our pal of gold
estamos nessa juntos, para o melhor ou pior, procurando o nosso pote de ouro
Time leaves a trail of broken hearts
O tempo deixa uma trilha de corações partidos
so many arrows just keep missing their mark baby that ain't us
tantas flechas que não conseguem encontrar o alvo, mas isso não acontece com a gente
Nothing else matters when you're in it for love
Nada mais importa quando você está nessa por amor
together we can only go higher
juntos só iremos ir mais alto
you can reach any rainbow you're dreaming of
você pode alcançar qualquer arco-íris que com o qual esteja sonhando
nothing else matters at all when you're in it for love, baby
nada mais importa mesmo, quando você está nessa por amor
We'll share in the laughter share in the tears and the promises we keep
Compartilharemos gargalhadas, dividiremos lágrimas, e as promessas que mantivemos
life can be crazy love can be cruel but it's always been a two way street
a vida pode ser louca, o amor pode ser cruel, mas tem sido sempre uma via de duas mãos
You try and give it all you have to give
Você tenta, dá tudo o que tem que dar
so many people don't know how to forgive baby that ain't us
tantas pessoas não sabem perdoar, baby isso não ocorre com a gente
Nothing else matters when you're in it for love
Nada mais importa quando está nessa por amor
together we can only go higher
juntos só podemos ir mais alto
you can reach any rainbow you're dreaming of
você pode alcançar qualquer arco-íris com o qual esteja sonhando
nothing else matters at all when you're in it for love, baby
nada mais importa mesmo, quando vocêe está nessa por amor.
All that really matters
When I look at you I realize
Quando olho pra você, me dou conta
there comes a time in someone's life
chega um momento na vida de alguém
when you find things that matter
que você descobre as coisas que importam
and every time we touch the love runs deep
e cada vez que nos tocamos o amor corre profundo
we realize it's our to keep
nos damos conta que é nosso para guardar
and that's all that really matters.
e é tudo que realmente importa.
You'll always be my sweet addiction in this life my saving grace
Você sempre será meu doce vício, graça salvadora da minha vida
you're all that really matters you know it's true ain't no me without you.
você é o que realmente importa, você sabe que é verdade, eu não existe sem você
When you're in the dark baby don't despair
Quando você está no escuro baby não se desespere
I'm just a spark away I will be there
Estou bem pertinho, estarei aí
and that's all that matters.
e isso é o que realmente importa
You'll always be my sweet addiction in this life my saving grace
Você sempre será meu doce vício, a graça salvadora da minha vida
you're all that really matters you know it's true ain't no me without you.
você é tudo que realmente importa, você sabe qque é verdade, eu não existo sem você
We'll share our lives together yes our flame burns on forever
Nós dividiremos nossas vidas juntos, sim, nossa chama queimará para sempre
and at the final curtain call we can say we did it all.
e quando no final fechar as cortinas, poderemos dizer que fizemos tudo.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Baladas do Rock - I Remember You
No dia 16 de março deste ano tive a oportunidade de ver o roqueiro Sebastian Bach (ex-Skid Row) pela segunda vez em Porto Alegre (RS). É que ele e sua banda abriram os shows da turnê Chinese Democracy do Guns n´Roses na América do Sul. Na minha adolescência curtia muito estas bandas, principalmente o Skid Row; era apaixonada pelo Sebastian, hehehe...Deixo aqui o vídeo de uma das baladas do Skid Row, que marcou época no final dos anos 80: I Remember You.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Show de Beyoncé em Florianópolis: uma diva
Ontem, dia 04 de fevereiro de 2010, eu e mais cerca de 25 mil pessoas assistimos ao 1o. show no Brasil da cantora americana Beyoncé. Ignorando o fato da ilha não ter infra-estrutura para este tipo de evento (devido ao sistema viário), o show foi espetacular.
Ocorreu no Parque Planeta, onde são realizadas as edições anuais do festival de música Planeta Atlântida. Também não achei um bom local, pois muita gente ficou longe do palco; o ideal seria mesmo um estádio, mas as agendas dos mesmos estão lotadas com os campeonatos estaduais de futebol. Eu fiquei na pista VIP, que era mais próxima ao palco, então pude vê-la mais de perto.
Comecei a conhecer o trabalho dela na época do CD Dangerously in Love (2003), porém tinha um pouco de resistência a escutar o seu trabalho, pois gostava muito de Mariah Carey e parecia que a nova cantora estava ocupando seu lugar. Mas assiti o videoclipe de Baby Boy e me impressionei muito. Achei a música muito sensual, e o jeito que ela dançava, espetacular. A canção utilizava perfeitamente a sensualidade sem ser vulgar. Quando eu escutava a música só pensava em dançar como ela, em deixar a sensualidade aflorar- um poder que muitas mulheres têm e nem sabem. Na época pensei : meu deus, esta moça vai longe, o sucesso dela será muito maior do que é agora. E dito e feito. A mulher é uma DIVA. Além de linda, é muito talentosa, tem um vozeirão e muita sensualidade ao dançar, além do seu carisma. Nasceu para isso. No telão, durante o show, apareciam imagens dela quando criança, mostrando que já gostava de cantar e dançar. Fico feliz que este talento que ela já apresentava pôde ser desenvolvido; com certeza devem ter havido pessoas que acreditaram no seu potencial e lhe ajudaram, trilhando o caminho desta conquista. Falo disto (talentos) em um post antigo meu: http://moradadevenus.blogspot.com/2009/07/um-presente-de-deus.html . Fico sempre imaginando quantas pessoas poderiam chegar à perfeição que ela conquistou, mas não tiveram estímulos ou fizeram escolhas erradas.
Bom, os últimos sucessos dela não trazem apenas esta conotação sensual como no primeiro CD, mas também letras que traduzem e acolhem os sentimentos femininos, principalmente em relação aos relacionamentos afetivos, levantando auto-estima das mulheres. A letra de Irreplaceable fala de uma mulher que coloca o namorado para fora de casa após uma traição, deixando o rapaz literalmente "com uma mão na frente e outra atrás", pois tudo o que ele possuía foi ela que comprou (e não é que vemos isso por aí: a mulherada bancando os homens?...). Já na letra de If I were a boy, a cantora se coloca no lugar dos homens para mostrar como se comportam em relação às suas esposas ou namoradas: se uma amiga de trabalho "dá em cima" dele e ele" dá trela", é a namorada que é ciumenta; se vai a um happy hour com os amigos, não avisa e ainda desliga o celular; faz tudo do jeito dele pois é muito autoconfiante e sabe que ela vai ser fiel. Não é à toa que Beyoncé tem uma legião de fãs que vai desde adolescentes, principalmente, mas também mulheres mais velhas. Em Single Ladies, ela convida as solteiras à dançar e esnobar seus ex-pretendentes: " se você está gostando, então deveria ter posto um anel aqui (no meu dedo)". domingo, 24 de janeiro de 2010
Baladas do rock
Gostaria de iniciar uma nova série de postagens aqui no blog. Tenho feito muitas postagens de músicas românticas no estilo da música clássica e ópera, mas há outro estilo bem difirerente, do qual também gosto muito. São as baladas das bandas de rock dos anos 80 (ou melhor, hard rock), conhecidas nos EUA como "power ballads". Estas músicas todas me trazem grande nostalgia, me lembram do meu início de adolescência, na época que ainda existiam reuniões dançantes...
A maioria das letras são "dor de cotovelo" mesmo, falam da paixão entre jovens, amores proibidos, de promessas de amor, mas acompanhadas de vocais poderosos, solos de guitarra ou teclado, e levadas emocionantes da bateria. As bandas de hard rock da década de 80 vinham trazer um culto ao amor livre, às festas, ao carpe diem, à adrenalina. Nos shows de rock, quando uma balada dessas começava, todos acendiam seus isqueiros, atitude que ocorre até hoje.
Mas no início da década de 90, com a chegada do Grunge em clima totalmente oposto, depressivo, foi um balde de água fria para o glam das bandas de hard rock. Porém, fui sempre fiel ao estilo, e fico feliz de ver hoje adolescentes entrando em contato com ele, como se agora ele estivesse virando um clássico.
O vídeo que postei é de uma das minhas músicas (e vídeo) e bandas favoritas de todos os tempos, e acho que ela pode traduzir perfeitamente esta categoria de baladas do rock. É I´ll be there for you, do Bon Jovi, que pertence ao álbum New Jersey, lançado em 1989. Deixo a letra abaixo:
I guess this time you're really leaving I heard your suitcase say goodbye
Well as my broken heart lies bleeding you say true love is suicide
You say you've cried a thousand rivers and now you're swimming for the shore
You left me drowning in my tears and you won't save me anymore
I'm praying to God you'll give me one more chance girl
I'll be there for you, these five words I swear to you
When you breathe, I wanna be the air for you I'll be there for you
I'd live and I'd die for you I'd steal the sun from the sky for you
Words can't say what love can do I'll be there for you
I know you know we've had some good times now they have their own hiding place
Well I can promise you tomorrow but I can't buy back yesterday
And baby you know my hands are dirty but I wanted to be your valentine
I'll be the water when you get thirsty baby when you get drunk, I'll be the wine ...
I wasn't there when you were happy and I wasn't there when you were down
Didn't mean to miss your birthday baby I wish I'd seen you blow those candles out
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Song to the Moon
Como já havia falado em outro post, estou fazendo aulas de canto lírico, de forma que ando absorvida em ouvir performances no youtube. Sempre gostei de música clássica, pois estudei piano por 10 anos, mas também curto outros tipos de som até como hard rock e heavy metal, por incrível que pareça. Mas enfim ... estou muito envolvida em ouvir canto lírico, o que provavelmente se refletirá sobre os meus posts no momento.Hoje quero falar um pouco de uma ária maravilhosa, Song to the Moon, do compositor tcheco Antonin Dvorak (1841-1904) em sua ópera Rusalka. O vídeo que postei é desta obra interpretada pela bela soprano estonesa Kristine Opolais, não deixe de escutar, e observe que reações a música provoca em você. Para mim é um genialidade, coisa dos deuses, não tenho palavras para descrever a emoção que tenho com tamanha perfeição.
A importância da orquestração é feita aparente nesta ária que postei, por evocar dramaticamente a noite. A profundidade harmônica do acompanhamento é bela não apenas na sua maestria lírica, mas também por identificar tão bem a cena como a de uma floresta mística. Seus tons enfeitiçados descrevem perfeitamente o luar na floresta, o que cria absoluto silêncio e calma nos espectadores.
O libretto (texto da ópera), escrito por Jaroslav Kvapil, combina elementos de 3 contos de fadas, um deles o famoso "A Pequena Sereia" de Hans Christian Anderson. A letra também traz o uso nacionalista de estórias da mitologia da Boêmia e descrições únicas da natureza que ficam caracterizadas no decorrer da peça. Jaroslav Kvapil, o escritor, manteve as tendências artísticas mais modernas na época, com seu estilo inclinado ao impressionismo (o que me parece também fez Dvorak).No início da ária, Dvorak usa amplamente acordes arpegiados para convidar os espectadores no mundo de conto de fadas de Rusalka. O bondoso Espírito do Lago, Jezibab, está admirando o canto das ninfas do bosque quando sua filha, uma sereia chamada Rusalka, aproxima-se triste. Ela diz que se apaixonou por um lindo príncipe e quer se tornar humana para concretizar esta união. Profundamente triste, o Espírito do Lago consente o seu pedido, e parte. Então sozinha ela canta esta bela ária, confidenciando com a Lua os segredos do seu sofrimento.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
O céu em um quarto...
Possui uma parte cantada em francês e outra em italiano, estou colocando a tradução abaixo.
Quand tu es près de moi, cette chambre n´a plus de parois,
mais des arbres oui, des arbres infinis et quand tu es tellement près de moi,
c´est comme si ce plafond-là, il n´existait plus
je vois le ciel penché sur nous, qui restons ainsi,
abandonnés tout comme si il n´y avait plus rien, non plus rien d´autre au monde et
j´entends l´harmonica, mais on dirait un orgue que chante pour toi et pour moi,
là-haut dans le ciel infini, et pour toi et pour moi...
Quando sei qui con me, questa stanza non a più pareti,
ma alberi, alberi infiniti e sei tu, sei vicino a me,
questo soffitto, viola, no non esiste più,
e vedo il cielo soppra noi, che restiamo qui,
abbandonati come se non ci fosse più, niente più niente al mondo e
suona l´armonica, mi sembra un organo che canta per te e per me
su nell´immensità del cielo, per te e per me.
Tradução para o português (fiz um mix das idéias entre a tradução do francês e do italiano):
Quando você está comigo, é como se este quarto não tivesse paredes,
mas árvores, árvores infinitas, e quando você está assim tão perto de mim,
é como se este teto não existisse,
e vejo o céu sobre nós, que ficamos assim,
abandonados como se não houvesse mais nada, mais nada no mundo e
escuto uma harmônica, mas parece um órgão que canta para mim e para ti.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Em algum lugar do passado
Somewhere in Time (Em algum lugar do passado) é um filme de 1980, com a direção de Jeannot Szwarc, que retrata a vida de um jovem que retorna ao passado para resgatar uma mulher que, no presente, diz ser o seu grande amor.
Esta bela história de amor e viagem no tempo foi um grande sucesso no Brasil desde seu lançamento, mas curiosamente não fez tanto sucesso nos Estados Unidos. Apesar da fraca bilheteria e críticas desfavoráveis, ele conquistou uma legião de fãs quando foi lançado em vídeo e na TV, e hoje é considerado um clássico, tanto lá quanto aqui.
O filme
O jovem autor teatral Richard Collier (Christopher Reeve), durante a estréia de sua primeira peça na faculdade, recebe de uma velha senhora um relógio, e ela lhe diz: “Volte para mim”. Alguns anos depois, ao sair sem rumo, ele decide hospedar-se no Grand Hotel em Nevada, e fica fascinado ao ver a foto de uma linda mulher na galeria do hotel. Ele descobre que ela é Elise MacKenna (Jane Seymour), atriz famosa que hospedou-se no hotel e lá encenou uma peça em 1912.
Richard fica mais intrigado ainda quando, ao pesquisar na biblioteca da cidade, descobre que ela é a senhora que havia lhe dado o relógio, e que havia morrido mais tarde naquela noite; que Elise era uma jovem cheia de vida e que isso mudou após sua apresentação no hotel, tornando-se reclusa e solitária.
Ele decide então usar as técnicas de auto-hipnotismo e fazer uma viagem de volta a 1912, para encontrá-la. Após muito esforço, ele é bem-sucedido e consegue encontrá-la. Ao vê-lo, Elise pergunta: ‘É você?”, ao que ele responde “Sim”.
Porém, William Robinson (Christopher Plummer), o empresário de Elise, teme que Richard a influencie negativamente e que ela deixe de atuar, e tenta afastá-lo dela. Mas Richard consegue convencer Elise a passear com ele, e aos poucos eles vão se aproximando. Durante a peça, ela improvisa um monólogo dirigido a Richard, na platéia. Isso enfurece Robinson, que faz uma armadilha para espancar e amordaçar Richard nos estábulos do hotel.
No dia seguinte ele consegue escapar e volta ao hotel, onde descobre que a companhia teatral já havia partido. Mas Elise volta e o encontra, e os dois passam sua primeira e única noite juntos. Após pedir Elise em casamento, numa brincadeira ele encontra uma moeda de 1969 no bolso e volta abruptamente ao presente.
Richard tenta em vão voltar a 1912, e vaga pelo hotel por algum tempo, até trancar-se no quarto, onde é encontrado em estado catatônico por Arthur, funcionário do hotel. Quando o médico chega, Richard vê a si mesmo pairando acima de seu corpo, e segue até a luz da janela, onde encontra Elise, que lhe estende a mão.
O relógio paradoxal
Se Richard recebeu o relógio de Elise em 1972, voltou a 1912 e o deu a ela, de onde veio o objeto? Esse paradoxo nunca é explicado.
Christopher Reeve, ator americano muito carismático e (muito lindo por sinal), faleceu em outubro de 2004. Seu papel mais famoso foi como o Super-Homem, numa série de quatro filmes. Após sofrer um acidente que o deixou tetraplégico, passou a liderar uma campanha pela legalização de pesquisas com células-tronco.
A linda trilha sonora é na sua maior parte de autoria de John Barry, mas a música que aparece neste vídeo, que também faz parte da trilha, é a deslumbrante "Rapsódia sobre um tema de Paganini", de Rachmaninov, uma das minhas músicas favoritas.
Em fim, sou fã deste filme, ele é antigo mas é excelente, realmente recomendo para quem nunca assistiu e gosta de histórias de amor. Em algum lugar do passado é a história de um amor que transcende o tempo.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
História de amor com Drácula
Este é um trecho do filme Drácula de Bram Stocker, dirigido por Martin Scorsese. Gosto muito deste filme, e este trecho é muito romântico, e com uma trilha sonora magnífica. E também porquê sou fã de Gary Oldman, o charmosíssimo ator que interpreta maravilhosamente Drácula.
Particularmente sempre gostei muito de histórias de vampiros; o que me chama a atenção nelas é o poder de sedução dos mesmos. O trecho acima mostra, e muito bem, o poder de sedução do Drácula. Há um outro trecho bonito, que ocorre um pouco antes no filme, em que ele está numa rua em Londres e Mina passando, longe, no meio da multidão. Aí ele pensa " See me, see me" (ou " veja-me, veja-me") e ela então vai passando , devagar, olhando para ele, reparando nele que até então não tinha visto, como se a força do pensamento dele tivesse um poder sobre ela. No livro do Bram Stocker não há história de amor entre Mina Harker e o Drácula, mas o poder de sedução está sempre presente, com maior enfoque no instinto sexual muito aguçado. No filme adaptado, o diretor cria uma história de amor, onde a Mina é a reencarnação da princesa que morre centenas de anos antes e é o grande amor de Drácula.
Histórias sobre vampiros são bastante antigas e aparecem na mitologia de muitos países, principalmente dos da Europa (leste europeu) e dos do antigo oriente próximo. Segundo a lenda, os vampiros podem controlar animais ou transformarem-se num; podem desaparecer numa névoa; possuem um poder de sedução muito forte, entre outras características. A Transilvânia (na Romênia) é o local mais relacionado com lenda sobre vampiros. Inclusive há turismo relacionado, comercializando-se tudo sobre vampiros, desde livros até souvenirs.
